Acelere Sua Aprovação Repetindo Os #6 Hábitos Mais Produtivos Dos Grandes Aprovados

Tempo de leitura: 15 minutos

como passar em um concurso públicoSempre gostei de saber e observar tudo ao meu redor. Sou um curioso profissional e assumido. Hehehe!

E isso inclui investigar desde as razões mais profundas para que um fato qualquer venha a se manifestar (como passar em um concurso público) até os contornos das crenças e comportamentos das pessoas, além de seus efeitos reais.

Eu acredito, de verdade, que desenvolver o hábito de observar metodicamente o mundo, pode produzir, no mínimo, duas consequências formidáveis para quem usa os olhos dessa forma:

1 – Aprender com os erros dos outros, isto é, aumentar a janela de acerto, sem, necessariamente, experimentar o fracasso primeiro;

2 – Alcançar a máxima produtividade e o êxito permanente, imitando as convicções e os atos que causam essas virtudes na vida dos winners [os vencedores].

E é, especialmente, por esse último motivo, aliás, que venho, já há algum tempo, identificando e catalogando as atitudes mais significativas daqueles que tiveram sucesso na ciência de como passar em um concurso público.

Eles são, em sua maioria, ex-concurseiros amadores, que se transformaram em concursólogos experts, ou seja, dominaram o território complexo da aprovação e hoje exploram a arte de ensinar outras pessoas a conquistarem o mesmo.

Falo de ⇒

…além de Victor Riberio, Gerson Aragão, dentre alguns outros.

E – por que não? – falo modestamente de mim mesmo também, já que, embora eu não tenha chegado ao topo da carreira de concursólogo ainda, coleciono algumas aprovações importantes (conforme pode ser constatado aqui)…

E tenho, cada vez mais, me entupido do que há de mais refinado na ciência do aprendizado de alta performance, sem contar a action de estudar muito, tudo isso com o objetivo de chegar lá!

Quem sabe daqui alguns aninhos, um livro ou um curso meu sobre o universo dos concursos não saia do forno também? : )

Pois é! Mas para subir no mesmo pódio que eles subiram, é necessário, além de prosseguir em traçar minha própria jornada, estudá-los para reproduzir estrategicamente seu passos “acertivos”.

Se vi mais longe foi por estar de pé sobre ombros de gigantes.” (Isaac newton)

E foi justamente fazendo isso, ou seja, lendo os livros e artigos desses concursólogos e assistindo às suas palestras e entrevistas…

Que consegui selecionar e extrair os #6 hábitos mais produtivos que os fizeram passar nos concursos que passaram e ser quem são hoje (isso mesmo: “6” – eu poderia até inventar mais um hábito para completar o mágico “7” dos artigos convencionais, mas esse não é o estilo do Concursologia).

Bem, mas que tal, então, conhecer esses hábitos numa tacada só, acessando-os através de uma abordagem sintética e objetiva?

Continue rolando a página e você terá exatamente isso ao seu dispor. Vamos lá ↴

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#1 – IMERSÃO

como passar em um concurso público

O conceito de imersão tem se tornado cada vez mais pulsante nos eventos e conteúdos produzidos pelo neoempreendedorismo digital.

Sua definição consiste na ideia de que a máxima performance em qualquer atividade está escondida no fundo de um lago, de modo que não seja possível alcançá-la penetrando somente as mãos ou a cabeça na superfície da água. É preciso imergir por completo.

Mas essa concepção não está restrita às abordagens empresariais, já que é precisamente isso o que os concursólogos mais habilidosos fazem nos bastidores de suas aprovações, no âmbito, é claro, de como passar em um concurso público.

Isto é, eles alavancam o foco e a concentração de tal forma que o mundo à sua volta se torna água pura do lago em que decidiram mergulhar [que é o concurso que vão prestar].

O foco não consiste apenas em dizer ‘sim’ para um objetivo, mas, sobretudo, em dizer ‘não’ para todos os outros.” (Luiz Claudio – Analista Legislativo da Câmara dos Deputados)

Assim, nos períodos escolhidos para o estudo, eles desligam ou afastam os smartphones, não acessam redes sociais, não abrem e-mails, não leem materiais desalinhados com as disciplinas, não brincam com os filhos, não ligam pra namorada, não jogam games no celular, enfim, é sempre conexão máxima com o conteúdo.

Eles procuram também por um ambiente em que o nível de ruído seja insignificante, além de fecharem a porta, acomodarem-se com cadeira, mesa, iluminação e climatização, isolarem-se por completo e partirem pra ação de verdade, sem “mimimi” ou desculpinhas que possam interromper o processo de preparação.

É óbvio que abre-se, em toda essa atitude de imersão, uma margem para se ir ao banheiro, hidratar-se, comer e ter descansos cíclicos. Afinal de contas, ninguém pode permanecer estudando (com alta qualidade) agindo feito uma máquina plugada na tomada.

Mas imersão em concursos é isso: a penetração total e exclusiva no universo de elementos de uma prova, através de um isolamento quase que religioso e da atenção exclusiva às engrenagens do estudo, da aprendizagem e da memorização das informações acessadas.

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#2 – MINDSET [MENTALIDADE]

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Se existe um ingrediente que faz toda a diferença na receita real de como passar em um concurso público é o modo como jogamos esse jogo mentalmente.

Não basta comprar os melhores materiais, adquirir os cursos mais quentes do momento e ter musculatura glútea para sentar numa cadeira e estudar, se não há um adestramento da consciência para segurar o peso da preparação no longo prazo.

Por essa razão, os grandes concursólogos se preocupam, sobretudo, em colocar a automotivação no piloto automático, mentalizando, antes e durante os estudos, as vantagens mais espetaculares que os espera do outro lado da aprovação.

Se você pensa que pode ou se pensa que não pode, de qualquer forma você está certo.” (Henry Ford)

Assim, eles sonham acordados com o dia da posse; pesquisam, de antemão, como é morar na cidade em que, porventura, serão lotados; investigam as implicações da carreira; procuram notícias sobre o órgão e muito mais.

E não para por aí: o objeto de suas conversas, pensamentos e imaginações, passa a ser, preponderantemente, os itens do edital, o dia da prova, as outras etapas do certame, ou seja, tudo que se relaciona com aquele concurso específico.

Você consegue perceber como eles pensam e agem de modo que já estivessem aprovados? É incrível o poder gigantesco do entusiasmo antecipado. Ele dá gás, energia e abre janelas para que a mente se reconfigure numa engenharia de êxito consistente.

Não é confissão positiva, autoajuda de livrecos ou coaching’s de mesas de bar [considerada a eficácia desses métodos em circunstâncias reais]. É ciência e psicologia pura em favor da saúde funcional e voltada para resultados do nosso próprio software → a mente.

Os concursólogos, portanto, obcecam os seus alvos e calibram seu mindset para pensar apenas positivamente sobre tais alvos.

É que eles sabem que nossas crenças moldam a forma como sentimos o mundo e que tal maneira de sentir o mundo acaba comandando a essência de nossas ações e que, por fim, são exatamente essas ações que irão gerar os nossos resultados.

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#3 – RESILIÊNCIA

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Pense na capacidade de flexibilização de uma mola: você a pressiona, ela se comprimi; você a solta, ela se expande.

Ocorre que a dança de como passar em um concurso público deve acontecer precisamente da mesma maneira que uma mola se restabelece depois de pressionada até o seu limite.

Em outras palavras, a resiliência consiste em se ter dinamismo suficiente para impedir que uma só derrota bloqueie e incapacite a insistência em vencer.

É impossível viver sem fracassar, a menos que você viva tão cautelosamente, que, de certo modo, não viva plenamente, o que, por definição, já é um fracasso.” (J. K. Rowling)

E possuir essa flexibilidade é indispensável para a jornada concursológica, já que mesmo se preparando da maneira mais produtiva possível, sempre haverá variantes que poderão ser incontroláveis para qualquer candidato, ainda que seja um concursólogo experiente.

Problemas com relacionamentos, conflitos socioemocionais, escassez e sucatiação do tempo, responsabilidades inesperadas e erros sistêmicos no instante de resolução da prova, podem fazer da reprovação um resultado tão provável quanto inevitável em alguns casos.

Nessas circunstâncias, quando o insucesso bate à porta, os especialistas em como passar em um concurso público passam a considerá-lo apenas como um mero evento atípico, como uma exceção à tendência estatística de sempre passarem.

Assim, eles não congelam, não paralisam, não se deprimem, mas, por outro lado, firmam os pés novamente, erguem-se e voltam, assim como a mola, para o seu estado original de ação.

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#4 – PROATIVIDADE

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Estudar antes de sair o edital [ou até mesmo antes do edital ser autorizado] tem sido o grande talismã de quem já adquiriu expertise em como passar em um concurso público.

Ter proatividade é agir antes do tempo estimado como “oficial” para se agir. É prever racionalmente um futuro dedutível, largando antes do tiro de largada.

Isso mesmo! Se você considerar que o edital de um concurso é um tiro de largada para que os corredores [candidatos] comecem a correr [estudar] em direção à linha de chegada [prova]…

Tudo fica mais claro ao se pensar que quem larga antes (o que é permitido no caso dos concursos) e corre produtivamente, subirá, com certeza, em um dos lugares do pódio [vagas disponíveis].

Todo fenômeno é no começo um germe, depois termina por se tornar uma realidade que todo mundo pode constatar. O sábio pensa no longo prazo. Eis porque ele presta muita atenção aos germes. A maioria dos homens tem a visão curta. Espera que o problema se torne evidente, para só então atacá-lo.” (livro chinês “Os 36 Estratagemas”)

E não é preciso ter bola de cristal para se antecipar ao lançamento de um concurso. Basta somente observar o histórico de ocorrências dos editais, o número de vacâncias do cargo, as notícias e reivindicações do órgão, para, enfim, confeccionar um diagnóstico simples sobre a probabilidade de um certame sair em breve.

Para ilustrar, aí vão [só para você, meu leitor] #3 sacadas de concursos quentíssimos para 2017 ↴

1 – Concurso de Admissão à Carreira Diplomática (o famoso CACD)

Fato ⇒ Desde 1996, esse concurso vem sendo realizado com a regularidade de pelo menos uma vez por ano, somando-se, portanto, 20 edições. Não há motivos para que essa tendência não prossiga em vigor por mais alguns anos, dada a quantidade ainda persistente de cargos vagos na carreira.

2 – Concurso para Técnico Legislativo, na especialidade de Assistente Administrativo, da Câmara dos Deputados

Fato 1 ⇒ Esse concurso já foi autorizado em 09/12/2014 pelo ato 149 da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. O cargo consta, em análise feita em 30/09/16, com 266 vagas disponíveis, 132 aposentadorias até 2020, além da transformação que será feita de outros 138 cargos que vagarem até 2020 nesse de Assistente Administrativo (segundo o ato 107/2013 da Mesa Diretora).

Fato 2 ⇒ Fontes confiáveis, como Fernando Mesquita (taquígrafo) e Luís Cláudio (Analista Legislativo), ambos já citados nesse artigo e lotados na Câmara, acreditam que há uma forte inclinação para que o edital seja lançado ainda em janeiro de 2017.

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3 – Concurso para Policial Rodoviário Federal

Fato ⇒ O prazo do último concurso terminou em maio desse ano (2016). Em 16 de agosto, pela Portaria nº 2374/2016, foi criado um grupo de trabalho que deve apresentar como produto final a proposta (minuta) de edital para o provimento de cargos de Policial Rodoviário Federal. Além disso, ainda em setembro, a PRF contratou, por dispensa de licitação, uma empresa para dar um curso sobre a realização de concursos públicos, visando capacitar os servidores responsáveis pela elaboração do próximo certame. As chances do concurso sair em 2017, portanto, são enormes.

#5 – NETWORKING [REDE DE RELACIONAMENTOS]

como passar em concursos

Quando você se conecta com pessoas que estão experimentando os mesmos desejos, ideias e projetos que você (nesse caso, o caminho de como passar em um concurso público), sua curva de aprendizado fica mais curta e, portanto, seu alvo se torna mais acessível e palpável.

A tendência é que um artista que se cerque de indivíduos que estão imersos em arte; que empreendedores que frequentem núcleos de grandes empresários; e que concursólogos que estejam na companhia desafiadora de pessoas que estão pensando em concursos… sejam mais “acertivos” em suas atividades do que quem não se preocupa com isso.

Você é a média das cinco pessoas com as quais mais convive.” (Jim Rohn)

O compartilhamento de vivências, expectativas, insights, sacadas, dados e, não menos importante, daquela transmotivação coletiva criada em grupos de discussões, gera uma teia gigantesca de autoaperfeiçoamento de cada membro do grupo, onde todos saem ganhando.

Dessa forma, a ciência de como passar em um concurso público estende-se, sim, à qualidade de nossos vínculos e relações com pessoas positivas, de alto astral, entusiasmadas em perseguir a máxima performance e, sobretudo, preenchidas por conteúdos relevantes.

#6 – METODOLOGIA

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Os grandes aprovados sempre adotam um estilo de preparação que seja norteado por uma carga metodológica de ferramentas científicas para a aprendizagem.

É como possuir um canivete suíço composto por itens que permitam executar, com máxima produtividade, as atividades do estudo, isto é, as etapas de como passar em um concurso público.

Concorrer na indústria atual dos concursos sem se apoderar de ferramentas científicas de alta performance é como se aventurar numa guerra nuclear utilizando-se de arco e flecha.” (Marlon Teixeira – Concursologia)

Tais itens são aquilo que chamamos de “métodos”. E dentre os mais populares por sua eficiência e testabilidade, estão estes aqui ↴

1 – Técnica Pomodoro (de Francesco Cirillo);

 2 – SQ3R (criado por Francis Pleasant Robinson);

3 – Pensamento Lateral (desenvolvido por Edward de Bono);

4 – Aprendizado Acelerado (de Jorge Lozanov);

5 – Mnemônica (Técnica milenar);

6 – Mapas Mentais (método criado por Tony Buzan).

Mas pode deixar, que, em breve, vou elaborar um artigo para explorar cada uma das implicações, benefícios e desvantagens desses instrumentos de estudo.

O que, porém, nos interessa saber aqui, por enquanto, é que seja para ler, assistir à videoaula, escutar áudios, escrever, memorizar, resolver questões etc., os concursólogos não perdem tempo em executar essas tarefas ao esmo e displicentemente.

Eles procuram por se instrumentalizar do que há de mais refinado e eficaz para todos os roteiros de sua preparação, a fim de hackear o processo de estudo e entrar nesse jogo já há quilômetros na frente de seus concorrentes medianos.

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RECAPITULANDO

Para que você se torne um profissional nessa excepcional jornada de como passar em um concurso público, será necessário ser um observador e imitador do que os melhores nesse nicho fizeram e fazem para passar.

E o percurso mais curto e certeiro para você é precisamente repetir os #6 hábitos mais produtivos desses grandes aprovados, que são:

Hábito #1 → Imergir plenamente nas matérias, desconectando-se plenamente do mundo;

Hábito #2 → Ter mindset positivo e visionário para automotivar-se sempre;

Hábito #3 → Ser resiliente a ponto de se erguer e voltar ao jogo depois de uma reprovação;

Hábito #4 → Ter proatividade para se antecipar ao lançamento de prováveis concursos;

Hábito #5 → Construir um networking com o qual seja possível se entusiasmar e aprender;

Hábito #6 → Estudar com metodologias já consagradas, adaptando-as conforme a necessidade.

Nós somos aquilo que fazemos repetidas vezes, repetidamente. A excelência, portanto, não é um feito, mas um hábito.” (Aristóteles)

Até a próxima, você que, também, aqui pelo Concursologia, já está se tornando um concursólogo!


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  • Márcia Campos

    Acredito que um novo hábito pode ser adicionado na lista. Vou chamá-lo de “seleção estratégica”. Vejo muitas pessoas querendo estudar para qualquer concurso, área ou carreira. Esse é o maior erro que alguém pode cometer. Parabéns pelo artigo! Só sacadas de qualidade.

    • Marlon Teixeira [Concursologia

      Humm, uma observação muito pertinente a sua, Márcia.

      De fato, tende ao fracasso uma pessoa que não escolha, a princípio, uma área de atuação (policial, bancária, jurídica etc), assim como órgãos e carreiras prioritárias.

      Obrigado por essa sacada, Márcia!