SOBRE MIM E SOBRE O BLOG

Olá, muito prazer, meu nome é Marlon Teixeira, sou o mentor do Concursologia e se você tem batido a cabeça por aí, a fim de encontrar um ambiente virtual que:

  • Trate o universo do concurso público como uma ciência e não como um ilusionismo de passes mágicos;
  • Produza artigos elaborados a partir do que há de mais refinado em metodologia de planejamento, estudo, aprendizado e checagem de resultados;
  • Demonstre experiência e habilidade técnica para transformar você em um profissional dessa jornada tão desafiadora.

Então, confie em mim: você não poderia estar em outro lugar!

CONTINUE LENDO PARA ENTENDER COMO O CONCURSOLOGIA PODE PEGAR EM SUA MÃO E GUIAR VOCÊ PARA SAIR DA MULTIDÃO DESORIENTADA DOS CONCURSEIROS AMADORES

Marlon Teixeira & concurso

Bem, a realidade é que iniciei muito cedo no mundo dos concursos (antes mesmo dos 18 anos).

E para ser mais preciso, foi no ano de 2010 que tudo começou. Naquela época, eu era apenas um jovem rapaz querendo ganhar um pouco mais que um salário mínimo.

Nem sabia direito do que se tratava a tão querida estabilidade!

Foi quando, então, eu me dispus a enfrentar uma concorrência de 1381 candidatos por vaga, na batalha por um cargo de nível médio na ABIN (a Agência Brasileira de Inteligência).

Que loucura foi aquela! E alguns até preferem chamar de ousadia, mas hoje eu sei exatamente do que se tratava: eu estava abarrotado de energia e coragem, porém me faltava aquela sábia humildade de reconhecer quem eu era na indústria dos concursos (um zé ninguém), para concorrer em um certame tão elevado quanto aquele.

O resultado não poderia ser outro: nem entrei para a lista dos aprovados. Foi um fracasso completo!

Mas o fato é que não me concentrei nesse insucesso. Embora eu estivesse profundamente otimista no que tange à resolução daquela prova, no fundo no fundo, eu sabia que a chance de eu passar (dentro das vagas) era uma utopia de jogos de azar.

Pois é! Mas foi, então, que eu descobri que é precisamente aí que se esconde o grande filé mignon de toda a questão: concursos não são jogos de azar ou de sorte, porém são sim o objeto de estudo de uma ciência que pouco se investiga seriamente: a Concursologia (logia = estudo ou ciência… dos concursos).

Depois dessa sacada, tudo mudou. E minhas experiências como concurseiro começaram a se tornar um contínuo mar de rosas [eu estava me tornando um concursólogo].

Isso mesmo! Concursólogo é como eu gosto de chamar quem se profissionaliza na esfera dos concursos. E aqui no Concursologia, é o lugar perfeito para você acessar esse próximo nível.

Com muita ciência, sofisticação e profundidade, e sem blá blá blá, “mimimi”, sugestões óbvias e receitas mágicas, serão os conteúdos que você encontrará por aqui.

Tudo que experimentei, aprendi e estou ainda testando em meus projetos de estudo e de provas, será disponibilizado aos poucos aqui no blog. Aliás, falando em experimentar, por que não falar nos concursos em que já passei?

Confira, então, uma síntese das minhas melhores aprovações até agora:

ÓRGÃO/INSTITUIÇÃO POSIÇÃO
Conselho Regional de Odontologia (MG) – 2011 5º LUGAR
IBGE (PSS ¹) – 2011 3º LUGAR
ENEM/PROUNI ² – 2011 1º LUGAR
Conselho Regional de Medicina (MG) – 2012 8º LUGAR
Sistema Prisional (MG) – 2012 2º LUGAR
IBGE – 2016 6º LUGAR

1 – Processo Seletivo Simplificado: é um modelo de seleção de candidatos para o serviço público idêntico a um concurso (com prova objetiva, dissertativa etc.), embora a contratação não seja por meio do Regime Estatutário.

2 – Considerando o modus operandi do Exame Nacional do Ensino Médio, é possível igualá-lo ao status jurídico de concurso, ainda que sua finalidade não seja a de preencher vagas no funcionalismo público.


Como você pode observar, foi a partir daquele instante de reflexão, portanto, que os primeiros frutos de uma caminhada mais sólida (dar um passo de cada vez e com os pés firmes no chão) e centrada em um único objetivo (passar, passar e passar), começaram a aparecer.

A princípio, iniciei com sucesso essa trajetória concursológica no INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA, onde trabalhei por dois anos (2012 a 2014), com uma turma maravilhosa, da qual sinto grande saudade:

Marlon Teixeira no IBGE & concurso
Essa foi a comemoração do meu aniversário de 20 anos.

Eu tive lá, portanto, meu primeiro contato com o funcionalismo público e com suas vantagens, dinâmica de serviço e estrutura.

Minha experiência no IBGE foi avassaladora. E, por isso, passei a me apaixonar ainda mais pela ciência dos concursos públicos e a continuar estudando, motivando-me e futricando editais, provas, cursos, livros, enfim, tudo o que se relacionava com esse universo de coisas.

Nessa época, eu já havia conseguido também uma bolsa integral de estudos do PROUNI para cursar Administração na Faculdade Pitágoras.

Hoje sou formado nessa graduação, sem ter pagado e sem dever um único centavo a ninguém. Eis, portanto, a consequência inevitável do esforço, do mérito próprio, das horas debruçado em livros e dos “nãos” (passageiros) às festas, viagens, clubes, dentre outras recreações para as quais me chamavam.

“Treine enquanto eles dormem; estude enquanto eles se divertem; persista enquanto eles descansam; e, então, viva o que eles sonham.” PROVÉRBIO JAPONÊS

Mas como foi que eu fiz para obter, em exames oficias, tanto êxito assim em um período tão curto de tempo?

A – Já nasci sabendo todos aqueles conteúdos?

B – Meu cérebro é mais capaz que o dos outros candidatos?

C – Chutei todas as respostas e “surpresa: deu certo!”?

D – Antes das provas, tive acesso ao gabarito de maneira extraoficial?

E – Nenhuma das anteriores.

Bem, espero que a “Letra E” tenha sido a única resposta razoável em sua análise! Hehehe…

O que ocorre, porém, é que eu apenas percebi, talvez um pouco mais cedo que a maioria dos prestadores de concurso em atividade, que o mapa da mina de ouro está em se preparar não de maneira intuitiva e a esmo, mas de modo a reunir as melhores técnicas para o aprimoramento das seguintes engrenagens do processo:

  • Estudo, aprendizagem e memorização;
  • Automotivação e autoaperfeiçoamento contínuos;
  • Plano de resposta ao item (sequência produtiva de resolução das matérias, chutes, gestão do tempo de prova, não-revisão das questões etc);
  • Gerenciamento do sono, alimentação, atividade física e estimulação cerebral (suplementação e neuróbica);
  • Checagem cíclica de resultados.

É óbvio que investigaremos com mais detalhes cada elemento dessa lista na medida em que os artigos do Concursologia forem brotando.

Mas, em síntese, a chave do castelo é simplesmente compreender que:

Enfrentar e vencer na indústria atual dos concursos públicos sem se apoderar de ferramentas científicas de alta performance, é como se aventurar numa guerra nuclear utilizando-se de arco e flecha.

E foi justamente pensando nisso e nutrindo exatamente essa definição em mim, que outra vitória foi conquistada.

Fui aprovado em 2º lugar num concurso do meu estado natal (confesso: sou um mineiro da gema ♥) e hoje sirvo a Minas Gerais por meio de sua Secretaria de Estado de Defesa Social (SEDS) e de seu Sistema Prisional.

Depois de tudo isso, eu posso lhe assegurar uma coisa:

Se existe um gostinho bom que fica na alma pelo resto da vida, é o sabor experimentado quando os resultados de muito trabalho finalmente aparecem.

E foi exatamente essa a sensação que tive na data da minha posse.

Como foi indescritível estar com toda esta turma lá!

Marlon Teixeira na posse do Sistema Prisional & concurso

Mas acredite: eu não quero guardar essa alegria só pra mim. O que desejo, de verdade, é usar tudo o conhecimento concursológico que reuni até agora e preparar mais e mais pessoas para viverem esse momento de satisfação plena algum dia (torcendo, é claro, para que esse instante não demore muito a chegar).

Por essa razão, a partir de hoje, essa será minha missão junto a você: ensiná-lo todos os passos a fim de lhe proporcionar a experiência de, em breve, ter o gostinho inesquecível de tomar posse de um cargo público.


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